segunda-feira, 26 de março de 2012

OUTRO MAR



mordo as tuas carnes mais nobres
é agosto ainda e choro tua partida
partida pelo atlântico
azul verde profundo atlântico

mar de esperanças inundam tudo aqui
um mar desgraçado, sobretudo salgado
e ainda é agosto, agosto, agosto
do cão, de deus, sei lá

teu sangue ainda eis em minha toalha
amarela
quase verde de esperança
quase negra de profana
sabes o que houve
eu não sei
acho que foi coisa de outro mundo
assim, como você
doce ilusão.

azul de escuridão
azul de noite sob o atlântico.

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