sábado, 28 de fevereiro de 2015

A CENA INTERNA

A valsa do corpo está desalinhada
Nota-se todos órgãos presentes
O coração está perdido,
Se encontrado por outro, divaga falando do clima
“vai chover hoje? Ou oh lua bonita”
Os inocentes das regioões baixar se profanam
Entre noites cariocas e dias paulistas
Tudo nesse lugar pede pra sair
Pra ir embora
 Mas o show não pode parar
E há público, bom ou ruim
Os pagantes precisam da cena
Eu preciso da cena
Então continuo
Sigo no improviso ou nos poemas
É hora de encerrar
Será que consigo
Falta pouco
Pronto
Aca

bou.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

AVANTE


Escravizo teu verbo mais secreto
Tranco ele de nós,
E suspendo qualquer comunicação

É coisa de justiça sabe
O Tempo da gente estragou tudo
Parece que é começar de novo
Com novas pessoas
Eu tentarei no tempo natural

Enquanto isso evoco meus orixás
E canto bem alto
Transo muito, e beijo bem
Sou bom em ser feliz sozinho
Talvez eu ganhe no final das contas
Mas se eu perder
Perco bem, sei sorrir
Daquele sorriso abstrato que contagia quem vê
E muda tudo
Adoro mudanças

Talvez eu mude mesmo
De novo
Sempre funciona

Eu vou me superar de você
E ficar leve
Leve tanto quanto um sorriso de uma criança cega.

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